Somos o contraponto da cidade convencional.
Somos o desejo que não se consome no fogo da lareira.
Somos o que os outros chamam de sorte.
Somos a contravenção de um bom ladrão.
Somos o que nos dá coragem mesmo tremendo de medo.
Somos a noite debruçando suas luzes sobre a calçada.
Somos os botões de fuga que acionamos diariamente.
Somos a criança de colo admirando a barba branca do pai.
Somos a sapatilha de pano nos pés da plebeia de alma nobre.
Somos os porres criativos dos amantes não correspondidos.
Somos o gordinho de óculos deslocado na festa do colégio.
Somos o desejo que não se consome no fogo da lareira.
Somos o que os outros chamam de sorte.
Somos a contravenção de um bom ladrão.
Somos o que nos dá coragem mesmo tremendo de medo.
Somos a noite debruçando suas luzes sobre a calçada.
Somos os botões de fuga que acionamos diariamente.
Somos a criança de colo admirando a barba branca do pai.
Somos a sapatilha de pano nos pés da plebeia de alma nobre.
Somos os porres criativos dos amantes não correspondidos.
Somos o gordinho de óculos deslocado na festa do colégio.
Somos o diabético que namora a geladeira.
Somos o nerd perdendo a grande chance da vida por uma crise de asma.
Somos a poesia do branco-encardido e do amarelo-verdade.
Somos o que sussurramos inconscientes enquanto dormimos.
Somos as confissões que cravamos no tronco da árvore da vida.
Somos a poesia do branco-encardido e do amarelo-verdade.
Somos o que sussurramos inconscientes enquanto dormimos.
Somos as confissões que cravamos no tronco da árvore da vida.
não tinha jeito melhor de mostrar que nós todos somos um! muito bom, amiga! pirei!!! *.*
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